Um debate sério, com argumentos e dados concretos

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Reduzir a maiorida
de penal é abrir mão da juventude. Nós queremos disputar cada menina e cada menino e vê-los nas escolas. Faltam políticas públicas adequadas para nossas crianças. É importante ressaltar que os adolescentes são responsáveis por menos 2% dos crimes cometidos contra a vida, e eles já são julgados e penalizados por seus crimes a partir dos 12 anos – inclusive com privação de liberdade, no sistema socioeducativo.

O Brasil já tem a terceira maior população carcerária do mundo, e isto não resultou na diminuição da violência. Aliás, em nenhum país que reduziu a idade penal apresentou melhorias em seu índice de violência. Redução não é a solução. Este é um debate que precisa ser feito com seriedade, com argumentos sólidos com base em dados concretos da realidade.

Quer saber mais? Então pega ai alguns textos sobre o tema no nosso post mini biblioteca. 😉

  • 18 razões para ser contra a redução.
    Esse texto dá diversos argumentos contra redução, por tópicos e bem explicadinho faz um panorama geral.
  • A redução como mito e ideia falsa.
    O autor faz um passeio sobre como a ideia de que a redução diminui a violência é um mito, e faz considerações sobre o sistema carcerário.
  • Duas cartilhas contra a redução com explicações mais completas e de fácil entendimento:
    Cartilha do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará, aqui.
    Cartilha produzida pelo mandato do deputado Marcelo Freixo do RJ, aqui.
  • Justiça ou vingança?
    Texto da psicanalista Maria Rita Kehl que faz considerações sobre o histórico de violência no nosso país e sobre quem são as vítimas dessa politica de encarceramento em massa.
  • A juventude está sendo brutalmente assassinada e essa juventude tem cor e classe social. Nossos adolescente são muito mais vítima do que criminosos.
    56 mil pessoas foram assassinadas em solo brasileiro em 2012, sendo 30 mil jovens e, entre eles, 77% negros. “Os números surpreendem e são um reflexo de uma “cultura de violência marcada pelo desejo de vingar a sociedade”, conta Atila Roque, diretor-executivo da base brasileira da Anistia Internacional.”

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